domingo, 31 de mayo de 2009

Entre uma e outra...

Entre uma e outra mensagem estive a fazer um bolo como já é habitual nas tardes de domingo já há vários anos (Pelo menos desde Maio de 2000).
Desta vez fiz o bolo de cenoura com canela que já há muito tempo que não fazia. Estou a mentir, ultimamente faço quase sempre este bolo. Mas nunca fica igual porque eu faço várias variações (à guitarra e à viola). Umas vezes faço-o exactamente como a receita original, outras vezes em vez de canela coloco raspa e sumo de laranja, outras vezes em vez de açucar branco faço com açucar amarelo, outras vezes passa-me a mão na quantidade de cenouras e o bolo fica "enqueijado". Isto é assim, uma pessoa não é de ferro, temos as nossas fraquezas. Às vezes batemos bem o bolo outras vezes não, estamos distraídas, apressadas, não olhamos para o relógio e com a pressa em vez de batermos a massa durante 10 minutos, batemos 2 minutos... Sei lá! Também o meu forno agora não tem conta minutos, é uma chatice!
Mas como dizia a minha sogra "É doce é bom".

Na continuação de ...

Estive agora a pensar que nunca li sequer um livro do Nicholas Sparks. Sabia bem pouco da sua obra. Agora que tenho mais tempo e estou a dedicá-lo em parte ao cinema Além dos afazeres de dona de casa), dou por mim a ver filmes produzidos a partir de obras deste escritor, como já me referi antes ao Nights in Rodanthe, mas também vi mais dois ou três filmes que também gostei , tais como The Notebook (excelente), a Message in a Bottle e penso que outro que agora não me lembro.
Engraçado, quanto ao Message in a Bottle quando comecei a vê-lo dei por mim a recordar que desde muito pequena sempre tive vontade de colocar uma mensagem dentro de uma garrafa e deitá-la ao mar. Quando falo nisso aqui em casa, tiram-me logo isso da ideia, que não sei quê, que as garrafas partem-se contra as rochas, que isso são histórias... Mas agora pergunto eu, se eu sempre tive vontade de o fazer porque não o faço ? Se calhar teria que deitar a garrafa no alto mar, porque perto da praia de seguida ela era apanhada por banhistas ou banheiros. Já sei, se calhar no Inverno, como o mar está mais revolto, mais depressa segue o seu rumo... Sim porque eu gostava que a mensagem fosse lida noutro Continente, perto de casa não tem graça nenhuma (risos).

NIGHTS IN RODANTHE

Ainda e sempre a falar das Noites de Tormenta ou Nights in Rodanthe. Gostava de ler o livro de Nicholas Sparks que deu origem ao filme. Não sei se ele se referiu à passagem dos cavalos selvagens naquela zona, mas tal como foi dito "en passant" no principio do filme que eles poderiam aparecer e no final apareceram mesmo, a lenda torna-se realidade porque isso é um facto verdadeiro. No estado de Carolina do Norte onde fica a cidade de Rodanthe, a história diz que os cavalos naquela zona são descendentes de cavalos domésticos espanhois que vieram para os Estados Unidos em navios a partir do século XVI e que devido a naufrágios e também a abandono, os cavalos foram ficando nas ilhas e reproduzindo-se, tendo-se tornado por isso em cavalos selvagens e que existem realmente.
Li um blogue em que este aparecimento é criticado, que não tem razão de ser porque carga de água é que apareceram aqueles cavalos na praia no final do filme e esse foi o motivo pelo que me fez buscar e documentar-me sobre este assunto.
Só por isto, talvez que a minha viagem de sonho fosse ir passar umas férias numa estalagem na praia em Rodanthe e esperar também pela passagem dos Bankers, pois são assim que eles são chamados.

Noites de Tormenta

Nights in Rodanthe (Noites de Tormenta), Richard Gere+Diane Lane, dupla fabulosa.
Este é um filme que eu adorei, adorei ver o Richard Gere com o seu cabelo grisalho, charmoso, ponha charmoso nisso como dizem no Brasil.
Sou uma fã incondicional do Richard Gere, tenho quase todos os filmes dele e gosto de observá-lo desde os primeiros filmes da sua carreira até aos dias de hoje. Segundo me tenho informado este ano ele vai estrear mais três filmes que eu já estou desejando ver.

No final do filme foi arrepiante a lenda tornar-se realidade e terem aparecido os cavalos selvagens a galope com as crinas ao vento... Excepcional!

viernes, 29 de mayo de 2009

Porquê Noites de Tormenta

Um destes dias vou explicar a razão deste titulo que eu dei ao meu blog «Noites de Tormenta»

Suspense!

Salada colorida

Quero compartilhar com vocês uma receita inventada por mim de uma salada muito fresca que eu fiz hoje para o jantar.

Salada Colorida

Deita-se o conteúdo de uma lata de grão cozido, bem escorrido, para dentro de uma saladeira. Em seguida cortam-se tomates maduros mas duros, pimento vermelho crú, cebola, pepino, tudo em quadradinhos e acrescentam-se ao grão. Tempera-se com azeite e vinagre de vinho tinto e um pouco de sal. Misturam-se todos os ingredientes e espalham-se por cima coentros picadinhos. Leva-se ao frigorifico cerca de 15 minutos antes de servir.
Hoje servi esta salada como acompanhamento de costeletas grelhadas, mas por exemplo se acrescentarmos ovos cozidos picados, pode muito bem ser servido como prato principal.

Nota: Eu não o fiz, mas se quiser pode acrescentar uns quantos croutons que fica óptimo!

Bon apetit!

Enfim sexta-feira!

Apesar de não estar no momento a trabalhar fora continuo com este sentimento de euforia que é a chegada do fim de semana. Mas porque será ? Devo ter tendência para mazoquista porque na verdade é ao fim de semana que eu trabalho mais. Então ao Domingo é sempre aquela almoçarada que me leva a estar quase toda a manhã na cozinha. Antigamente ao Domingo logo pela manhãzinha ia caminhar para a zona de Belém ou para o Parque das Nações, mas nestes últimos tempos é impensável. E os meus com o bico aberto à espera de comida ? É que ainda por cima a única coisa que eu gosto de fazer em casa é cozinhar e "es más" gosto muito do meu tempero. Eu antes de cozinhar para os outros faço-o para mim. E depois há também o bolinho que eu faço a meio da tarde... Não assim não dá, ando a dizer isto há imenso tempo. Agora que se aproxima o Verão, adoro aquele passeio a pé pelo Guincho e também o passeio de Paço de Arcos passando por Carcavelos. Mas como faço ? Só se me levantar às seis da manhã, se calhar é o que eu vou começar a fazer. E tem que ser mesmo a essa hora, porque só posso apanhar sol quando ele nasce que é quando ele está fraquinho. Mas custa tanto levantar assim tão cedo. Às vezes penso que era bom que os passeios viessem aqui a casa em vez de eu ir lá, mas já me disseram que é impossível rsrsrsrsrsrs Mas mesmo assim gosto dos fins de semana!

Primavera/Verão

Logo pela manhã vi que ia estar um dia excepcional! Assim que abri as persianas senti aquele aroma que só num dia como este acontece. Primeiro dia de calor!
Fez-me lembrar desde logo as FÉRIAS.
Mas qual aroma nos faz sentir essa sensação de liberdade, de vontade de partir, de correr atrás das borboletas (mas não apanhá-las).
Que saudades de ouvir o tilintar do rebanho, do zumbido das queridas abelhas, da água a correr pelos regos, do ruído da pequena enxada contra as pedrinhas brancas a desviar a água da rega, do estalar das pinhas, da caruma dos pinheiros a cair, do chamamento do rebanho para regressar às côrtes...Ouvir o nosso eco pelas serranias...

Há tantos anos que deixei de ouvir e de sentir essas sensações que me fizeram tão feliz e onde eu gostaría de regressar...

Flor

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Las utopías de ayer, son la realidad de hoy y el desengaño de mañana. F.Puigcarbó

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No hay palabra de consuelo

cuando el amor se siente herido

mira hacia el cielo estrellado

porque cada día es un nuevo

amanecer.

RMC

tras la tormenta
el caracol se ahoga
dejalo trepar..
Iosu/Flor
Viajar, viajar siempre,
no ser de ningún sitio
ni de ningún lugar,
sin vínculos de ningún tipo y
evadirme así de todo.
Vivir dentro de un mundo
imaginario donde olvidarme de la difícil
y dura realidad.
Y volar, volar como un pájaro,
marchando muy lejos
más lejos de más allá,
hasta que agotado,
cuando las alas dijeran basta,
dejarme caer en un abismo profundo infinito.

La vida es...

La vida es el ahora,
No los ayeres perdidos,
Ni los ayeres muertos,
Menos aún, los mañana no nacidos..!!
Necesitamos ser amados,
Necesitamos paraísos,
Necesitamos a nuestros sueños soltarlos,
Y al amor.., darle permiso…!!
Hoy dejo este impulso registrado,
No quiero arrepentirme, ni olvidarlo;
Y de cierta timidez, uno tiene la certeza,
Que no triunfa, quien al menos no ha luchado..!!

Antonio Gagliarducci

(Lo copié de Susuru que me encantó!)

Para poder vivir



Abrí los ojos
una vez
completamente
y me quedé
espantada.
Crecí de golpe
y me sentí pequeña.

Sólo encontré
silencio, soledad, nada.


Y los cerré de nuevo
lentamente,
para olvidar,
para encontrar
de nuevo
la palabra, para soñar,
para poder vivir,

Alicia Trueba

Gracias Susuru!!

Gracias Susuru!!

Mensagem de Susuru

La inteligencia sin amor, te hace perverso
La justicia sin amor, te hace implacable
La diplomacia sin amor, te hace hipócrita
El éxito sin amor, te hace arrogante
La riqueza sin amor te hace avaro
La docilidad sin amor te hace servil
La pobreza sin amor, te hace orgulloso
La belleza sin amor, te hace ridículo
La autoridad sin amor, te hace tirano
El trabajo sin amor, te hace esclavo
La simplicidad sin amor, te quita valor
La oración sin amor, te hace introvertido
La ley sin amor, te esclaviza
La política sin amor, te hace egoísta
La fe sin amor, te deja fanático
La cruz sin amor se convierte en tortura
LA VIDA SIN AMOR NO TIENE SENTIDO

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"A CASA" de Saramago